O piso é uma das escolhas mais importantes da casa — e uma das mais difíceis de mudar depois. Por isso, estética sozinha não pode ser o critério principal.
Em áreas como sala e quarto, o conforto térmico e visual costuma pesar mais. Já em cozinhas e áreas molhadas, resistência e facilidade de limpeza são essenciais.
Pisos muito escuros, por exemplo, são elegantes, mas mostram facilmente poeira e marcas. Já os muito claros ampliam o ambiente, mas podem exigir manutenção frequente dependendo do uso.
Outro ponto pouco falado é a continuidade. Usar o mesmo piso em vários ambientes cria sensação de amplitude e integração. Já muitas trocas fragmentam o espaço e deixam tudo visualmente menor.
O melhor piso não é o mais bonito — é o que funciona melhor na sua rotina.
Veja alguns exemplos:




GABRIEL ARAUJO - Arquitetura
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